15.5.07
A saia da Carolina, o i, o ai
11.5.07
10.5.07
9.5.07
7.5.07
4.5.07
3.5.07
Teresa Gentil (nao Teresa Gil) ganha premio Jose Afonso
A nossa amiga Teresa Gentil trouxe mesmo o Prémio Zeca Afonso para os Açores.
"George" - o tema da compositora das Descalças - foi escolhido pelo júri do 1º Festival Cantar Abril para receber o prémio de melhor música e melhor interpretação. A final do Festival decorreu no passado dia 28 de Abril, no Teatro Muncipal de Almada. O júri era composto por Fernando Tordo, Amélia Muge, João Afonso, Samuel e André Santos.
"George" é um dos temas de "Gent'ilesa", o próximo CD de originais de Teresa Gentil, produzido pelas Descalças, que se pretende saia ainda este ano.
"George" - o tema da compositora das Descalças - foi escolhido pelo júri do 1º Festival Cantar Abril para receber o prémio de melhor música e melhor interpretação. A final do Festival decorreu no passado dia 28 de Abril, no Teatro Muncipal de Almada. O júri era composto por Fernando Tordo, Amélia Muge, João Afonso, Samuel e André Santos.
"George" é um dos temas de "Gent'ilesa", o próximo CD de originais de Teresa Gentil, produzido pelas Descalças, que se pretende saia ainda este ano.
2.5.07
30.4.07
27.4.07
Cha com arte
O título deste post foi "roubado" à empresa de Coimbra que mistura os chás que estamos a comercializar no Rotas. São uma delícia para todos os sentidos. O que são uns míseros 5.50 € por cem gramas de chás que nos dão prazer quando sorvidos e aspirados? Venham. Podem bebê-los aqui ou levá-los convosco para se deleitarem no remanso do lar. Vá!
Iraque nao, India por favor

Pode parecer uma recruta americana no Iraque mas não, a nossa amiga e colega Raquel Jorge cortou o cabelo na Índia onde esteve a engordar os seus conhecimentos de ioga. Hoje felizmente os seus adornos capilares estão bastante mais visíveis.A justificação para este corte radical é que lá para aquelas bandas ficava três dias sem poder lavar o cabelo. Agora já percebo porque é que os indianos usam uma toalha na cabeça. Têm vergonha, pois.
conversas no Sofa - com a Zora, geologa
A nossa amiga Zora está de partida para Sumatra a fim de integrar uma equipa de cientistas que vai estudar os fundos marinhos entre a Indonésia e a Tailândia com vista à prevenção de futuros tsunamis. Ficamos à espera que volte para nos contar como foi.
26.4.07
Descalça vai para a final, vai fermosa e mais ou menos segura, la vai Teresa Gentil
A descalça Teresa Gentil foi, no sábado 21, seleccionada para a fase final do Festival Cantar Abril em Almada. Trata-se da 1ª edição do concurso promovido pela C.M Almada para homenagear novos compositores e intťrpretes de intervenção. A participação no concurso de mais de 200 músicas obrigou o júri a seleccionar apenas sete temas para a fase eliminatória que decorreu em concerto, no Fórum Municipal Romeu Correia em Almada. No final da noite, apenas 4 canções foram seleccionadas para passar à fase seguinte - a final. O concerto onde Teresa Gentil interpretará pela segunda vez o tema "George" terá lugarno próximo sábado, dia 28 de Abril, no Teatro Municipal de Almada. O concerto será gravado ao vivo e editado posteriormente em CD ou DVD.
24.4.07
Rotas reune com operadores turisticos

O encontro promovido pelo Rotas com os operadores turísticos de S. Miguel foi um sucesso. Todo os convidados presentes sairam daqui com a alma lavadinha e penteadinha, prometendo voltar dali a um par de horas para voltar à carga sobre a deliciosa paparoca que o chef Ricardo Santos preparou expressamente para este evento. Bifinhos de tofu com molho de soja e vinho do porto, cachupa, seitan ao molho de mostarda, trouxa de legumes e tofu assado com cebola frita e alho francês constituiam a ementa em sistema de buffet. A aceitação foi tão grande que não descartamos a hipótese de fazer buffet ao jantar pelo menos uma vez por semana.
23.4.07
18.4.07
17.4.07
16.4.07
13.4.07
10.4.07
5.4.07
4.4.07
3.4.07
2.4.07
30.3.07
29.3.07
28.3.07
Conversas no Sofa - com a Rita Dourado da organizaçao do Ciclo de Cinema Cidade e Arquitectura
O ciclo decorre na Biblioteca Pública e Arquivo de Ponta Delgada entre 28 de Março(hoje) e 6 de Junho. A entrada é livre.
27.3.07
Sobre os 365 Dias do Teatro
Hoje é dia do Teatro. E seria de esperar que o Rotas, pela sua vertente de café teatro se associasse a essa comemoração. Mas não. Às vezes(muitas vezes) não me compreendo. Assinalei o dia da Mulher, da Poesia, mas do teatro, nicles. Foi preciso a Catarina me mandar um sms para que eu me lembrasse. Com ainda são 15 horas acho que vou a tempo.
O teatro é para mim uma forma de vida. Eu não preciso dum palco para fazer teatro. Faço-o a toda a hora. Aqui no Rotas, em casa, noutros locais. E não estou a falar do teatro da vida, estou a falar em representar personagens, geralmente cada uma mais estúpida que a outra. Gosto de representar personagens estúpidas. Faz-me lembrar da minha própria fragilidade. Essas personagens são auto caricaturas ou talvez retratos fieis. Sem comiseração. Sinto-me bem é a fazer teatro. Às vezes nem sei se sou uma personagem ou se um actor a fazer uma personagem. O que interessa isso?
Catarina: Já assinalei o Dia do Teatro!
O teatro é para mim uma forma de vida. Eu não preciso dum palco para fazer teatro. Faço-o a toda a hora. Aqui no Rotas, em casa, noutros locais. E não estou a falar do teatro da vida, estou a falar em representar personagens, geralmente cada uma mais estúpida que a outra. Gosto de representar personagens estúpidas. Faz-me lembrar da minha própria fragilidade. Essas personagens são auto caricaturas ou talvez retratos fieis. Sem comiseração. Sinto-me bem é a fazer teatro. Às vezes nem sei se sou uma personagem ou se um actor a fazer uma personagem. O que interessa isso?
Catarina: Já assinalei o Dia do Teatro!
26.3.07
Rotas da Ilha Verde - comida vegetariana - the last big next thing
O Rotas surgiu por necessidade. Eu tinha necessidade de ganhar dinheiro, a Catarina também, então...
Ainda continuamos a manter o Rotas por necessidade. Eu tenho absoluta necessidade de andar por lá, a Catarina também, então...
É um vício, pronto, está tudo dito. Mas como o Alexandre não me vai largar da mão enquanto eu não escrever mais duas ou três linhas, cá vão elas.
O Rotas, menos conhecido por Rotas da Ilha Verde e mais conhecido como "o vegetariano" por pura solidariedade para com os seus colegas "o mexicano", "os chineses" , "os italianos" e o falecido "brasileira"começou por ser nos seus primórdios "aquela lojinha que vende umas cenas de artesanato e serve umas tostas de pão caseiro". Foi concebida pelo João Pacheco de Melo, um grande homem que muitas vezes passa por ser apenas um homem grande. Mais tarde invadiram-lhe a loja "de coisas da terra" a quem muita boa gente chamava Ratas, vai lá saber-se porquê, três indivíduos de aspecto duvidoso que lhe propuseram um negócio no mínimo estranho. Outra pessoa qualquer tinha chamado a polícia mas o JPM não só não o fez como alinhou no raio do negócio. E passamos conviver os quatro naquilo a que eu chamo coexistência pacífica, num espaço um pouco maior do que uma casa de banho de apartamento de vão de escada. Estava lançado o mote para que dali a ano e meio mais coisa menos coisa o Rotas se pudesse transformar naquilo que é hoje - o único restaurante vegetariano de S. Miguel e o segundo dos Açores.
Mas viúvas septuagenárias me mordam no pescoço se um dia vier a sentir que o Rotas se esgota na sua faceta de restaurante que é sem dúvida a principal.
O Rotas como é carinhosamente tratado tanto pelos detractores, como pelos tractores e pelos homens das entregas de víveres, é mais do que um mero restaurante. O Rotas é um dos espaços mais carismáticos do mundo. No ranking dos espaços carismáticos, pertinho dele está unicamente o triângulo das Bermudas( e isto porque ainda ninguém o frequentou e voltou para contar como foi) e só ainda atrás deste é que está o triângulo púbico feminino. Portanto por aí já se pode ver a importância do Rotas.
O Rotas é também o lugar onde se reune amiúde a nata da sociedade açoriana com predominância para a nata da sociedade micaelense. È que com os preços que a Sata pratica, a nata da sociedade açoriana tem que se ficar por sítios como a Sociedade Amor da Pátria ou o Bailão. E como não somos fundamentalistas a nata que frequenta o Rotas nem sequer tem de ser de soja.
No Rotas para além de se palitar os dentes de satisfação, também se esfregulha o cérebro em busca de boas ideias e toda essa higiene tem como principal objectivo atrair para o nosso espaço adjectivos elogiosos que contribuam para uma maior hipótese de eu ter um Ferrari. Eu explico: se disserem do Rotas que é extraordinário, fabuloso,etc, etc mesmo que seja uma redonda mentira, pode haver quem acredite, portanto...Não...não temos espaço para uma corrida ao Rotas...paciência...eu desisto do Ferrari. Não desisto é de tornar o Rotas num espaço cada vez melhor. Não desistimos, não é Catarina?
Já vos falei da Catarina? Bom a Catarina Ferreira é a outra metade da laranja, da beringela como ela insiste em dizer, que é responsável pelo Rotas. O Rotas é gerido por uma beringela, bonito. A beringela que gere o Rotas é porém bastante humana. É outra das coisas que distingue o Rotas do comum dos restaurantes. Há pessoas lá dentro que recebem as pessoas que vêm de fora. E recebem-nas com um sorriso corado, saudável, sincero. Não há aqui sorrisos amarelos. Se nós virmos alguém de sorriso amarelo, chamamos logo uma equipa de pintura. " Pintem-me este sorriso de vermelho, vá, rápido!!", diremos. A Lisa, o Miguel, a Raquel, a Catarina , o Mário já nasceram de sorriso posto mas há sempre aqueles dias. E nos bastidores o Ricardo e a Margarida garantem que os ruídos estranhos nos estômagos famintos se calam. Os membros da equipa do Rotas não são simpáticos por profissão, são assim naturalmente. São assim entre eles, são assim para os outros.
Se estamos a ser inovadores? Claro que não. Estamos a fazer com o Rotas aquilo que esperamos que qualquer lugar aberto ao público faça connosco. Que seja gentil, honesto, acolhedor.
Mas como disse o Rotas não se esgota na paparoca aos almoços e jantares. Há a tarde em que funciona como casa de chá, há a noite em que se parece vagamente com um bar, também pode ser uma loja de artesanato, uma galeria de arte, uma jazz store, um blog, uma estação de tv on line, uma revista... Seja lá o que for o Rotas é com certeza aconselhável a pessoas facilmente apaixonáveis.
Por estas e por outras que estão para vir o Rotas é the last big next thing
Publicado no Best Of da revista :Ilhas
Ainda continuamos a manter o Rotas por necessidade. Eu tenho absoluta necessidade de andar por lá, a Catarina também, então...
É um vício, pronto, está tudo dito. Mas como o Alexandre não me vai largar da mão enquanto eu não escrever mais duas ou três linhas, cá vão elas.
O Rotas, menos conhecido por Rotas da Ilha Verde e mais conhecido como "o vegetariano" por pura solidariedade para com os seus colegas "o mexicano", "os chineses" , "os italianos" e o falecido "brasileira"começou por ser nos seus primórdios "aquela lojinha que vende umas cenas de artesanato e serve umas tostas de pão caseiro". Foi concebida pelo João Pacheco de Melo, um grande homem que muitas vezes passa por ser apenas um homem grande. Mais tarde invadiram-lhe a loja "de coisas da terra" a quem muita boa gente chamava Ratas, vai lá saber-se porquê, três indivíduos de aspecto duvidoso que lhe propuseram um negócio no mínimo estranho. Outra pessoa qualquer tinha chamado a polícia mas o JPM não só não o fez como alinhou no raio do negócio. E passamos conviver os quatro naquilo a que eu chamo coexistência pacífica, num espaço um pouco maior do que uma casa de banho de apartamento de vão de escada. Estava lançado o mote para que dali a ano e meio mais coisa menos coisa o Rotas se pudesse transformar naquilo que é hoje - o único restaurante vegetariano de S. Miguel e o segundo dos Açores.
Mas viúvas septuagenárias me mordam no pescoço se um dia vier a sentir que o Rotas se esgota na sua faceta de restaurante que é sem dúvida a principal.
O Rotas como é carinhosamente tratado tanto pelos detractores, como pelos tractores e pelos homens das entregas de víveres, é mais do que um mero restaurante. O Rotas é um dos espaços mais carismáticos do mundo. No ranking dos espaços carismáticos, pertinho dele está unicamente o triângulo das Bermudas( e isto porque ainda ninguém o frequentou e voltou para contar como foi) e só ainda atrás deste é que está o triângulo púbico feminino. Portanto por aí já se pode ver a importância do Rotas.
O Rotas é também o lugar onde se reune amiúde a nata da sociedade açoriana com predominância para a nata da sociedade micaelense. È que com os preços que a Sata pratica, a nata da sociedade açoriana tem que se ficar por sítios como a Sociedade Amor da Pátria ou o Bailão. E como não somos fundamentalistas a nata que frequenta o Rotas nem sequer tem de ser de soja.
No Rotas para além de se palitar os dentes de satisfação, também se esfregulha o cérebro em busca de boas ideias e toda essa higiene tem como principal objectivo atrair para o nosso espaço adjectivos elogiosos que contribuam para uma maior hipótese de eu ter um Ferrari. Eu explico: se disserem do Rotas que é extraordinário, fabuloso,etc, etc mesmo que seja uma redonda mentira, pode haver quem acredite, portanto...Não...não temos espaço para uma corrida ao Rotas...paciência...eu desisto do Ferrari. Não desisto é de tornar o Rotas num espaço cada vez melhor. Não desistimos, não é Catarina?
Já vos falei da Catarina? Bom a Catarina Ferreira é a outra metade da laranja, da beringela como ela insiste em dizer, que é responsável pelo Rotas. O Rotas é gerido por uma beringela, bonito. A beringela que gere o Rotas é porém bastante humana. É outra das coisas que distingue o Rotas do comum dos restaurantes. Há pessoas lá dentro que recebem as pessoas que vêm de fora. E recebem-nas com um sorriso corado, saudável, sincero. Não há aqui sorrisos amarelos. Se nós virmos alguém de sorriso amarelo, chamamos logo uma equipa de pintura. " Pintem-me este sorriso de vermelho, vá, rápido!!", diremos. A Lisa, o Miguel, a Raquel, a Catarina , o Mário já nasceram de sorriso posto mas há sempre aqueles dias. E nos bastidores o Ricardo e a Margarida garantem que os ruídos estranhos nos estômagos famintos se calam. Os membros da equipa do Rotas não são simpáticos por profissão, são assim naturalmente. São assim entre eles, são assim para os outros.
Se estamos a ser inovadores? Claro que não. Estamos a fazer com o Rotas aquilo que esperamos que qualquer lugar aberto ao público faça connosco. Que seja gentil, honesto, acolhedor.
Mas como disse o Rotas não se esgota na paparoca aos almoços e jantares. Há a tarde em que funciona como casa de chá, há a noite em que se parece vagamente com um bar, também pode ser uma loja de artesanato, uma galeria de arte, uma jazz store, um blog, uma estação de tv on line, uma revista... Seja lá o que for o Rotas é com certeza aconselhável a pessoas facilmente apaixonáveis.
Por estas e por outras que estão para vir o Rotas é the last big next thing
Publicado no Best Of da revista :Ilhas
23.3.07
22.3.07
21.3.07
20.3.07
16.3.07
15.3.07
Teresa Gentil na final do concurso Cantar Abril
Não é por nada...é só para informar os interessados que a nossa amiga, a música e compositora Teresa Gentil (membro das Descalças) foi ainda agora apurada para a final do concurso Cantar Abril. A Teresa e apenas mais sete concorrentes. Resta dizer que o concurso abrange o todo nacional.
Parabéns!
PS os parabéns são para mim que tenho uma amiga tão ilustre.
Parabéns!
PS os parabéns são para mim que tenho uma amiga tão ilustre.
Subscrever:
Mensagens (Atom)










































