9.8.06
8.8.06
Rotas de viva voz
7.8.06
4.8.06
Nem se atrevam
Obrigado João
Margarida

A Margarida é a nossa ajudante de cozinha. Mas ajuda em tudo o que for preciso. Já não deve ter é pachorra de ouvir o chefe Ricardo chamá-la por senhora: "Senhora isto, senhora aquilo"
A Margarida é da Ponta Garça, terra donde saíram os espermatozoides e os óvulos que haviam de dar origem à Nelly Furtado. Ali é feita a melhor massa sovada do mundo e diz a lenda que as mais bonitas mulheres de S. Miguel são oriundas daquela freguesia. A atestar a lenda aí está a Margarida.
3.8.06
À cata
Pratos do dia para o almoço de hoje
Sopa de tomate - 1.20 euros
Arroz de lentilhas - 5.00 euros
Salada de feijão frade - 5.00 euros
Arroz de lentilhas - 5.00 euros
Salada de feijão frade - 5.00 euros
2.8.06
Pratos do dia para o almoço de hoje
Sopa de feijão verde - 1.20 euros
Massa com molho de tomate - 5.00 euros
Beringelas com iogurte - 5.00 euros
Massa com molho de tomate - 5.00 euros
Beringelas com iogurte - 5.00 euros
A India veio ao Rotas
A festa indiana do passado domingo foi muito concorrida. Não tenho imagens que o provem porque a minha capacidade de esquecimento e distracção é incomensurável. Traduzindo: esqueci-me da máquina fotográfica em casa.
Mas foi uma festa de arromba. O Tiago Carvalho cozinhou delícias como couve de caril, shapati ou leite creme de gengibre. A Ana Mouga trouxe-nos fotografias lindíssimas da India(grande parte já está vendida). A Joana Aguiar contou-nos uma história que foi buscar à tradição oral(ficamos presos às suas palavras. A chica promete). A paparoca estava disponível por apenas 8 euros(bebidas à parte) em sistema de buffet. Aos domingos estamos a prever comilanças dedicadas à cozinha internacional.
Mas foi uma festa de arromba. O Tiago Carvalho cozinhou delícias como couve de caril, shapati ou leite creme de gengibre. A Ana Mouga trouxe-nos fotografias lindíssimas da India(grande parte já está vendida). A Joana Aguiar contou-nos uma história que foi buscar à tradição oral(ficamos presos às suas palavras. A chica promete). A paparoca estava disponível por apenas 8 euros(bebidas à parte) em sistema de buffet. Aos domingos estamos a prever comilanças dedicadas à cozinha internacional.
O Ricardo Santos não é a rainha de Inglaterra

O Ricardo Santos, o nosso cozinheiro, é quem dá todo o sentido ao Rotas. Sem o Ricardo, o Rotas poderia ser qualquer outra coisa, uma estação de serviço da Galp ou um quartel de bombeiros ou uma piscina municipal.
O Ricardo é também único veículo do Rotas que funciona sem que lhe seja preciso mudar o óleo, verificar os travões, substituir as velas. Ele é auto-suficiente e ainda cede um pouco da sua energia e bonomía a quem perdeu as suas.Por estas e por todas as outras razões, o Ricardo Santos é o Ricardo Santos e não a rainha de Inglaterra.
29.7.06
27.7.06
Gente de todo o mundo:

da Holanda e da Finlândia

da Holanda


do resto do país
fazem deste espaço uma confluência de rotas diversas. Mais do que isso: uma oportunidade de aprendizagem. Este lugar não é um mero restaurante mas sim um centro cultural para onde aflui cultura e onde se produz cultura, começando pela comida.
Provavelmente no próximo domingo, teremos comida indiana e uma exposição de fotografias tiradas na Índia pela Ana. A Joana irá contar histórias. Novos pormenores amanhã.
26.7.06
Simpática referência...
Do filósofo Manuel Melo Bento ao Rotas: "Na minha viagem pelos blogues encontrei um texto muito giro em http://rotasilhas.blogspot.com . Eis uma frase que dele retirei: “Como é sabido, uma boa ou um bom profissional de acompanhamento age como se fosse um vegetal.” posted by Mário Roberto. Rotasilhas é um blogue físico, isto é, também um lugar sacrossanto dos vegetarianos. Fui lá à tarde. Nunca tinha entrado num restaurante vegetariano. Fi-lo como sexagenário quase septuagenário. Não sou vegetariano mas bem preciso sê-lo. Da minha pança para baixo às vezes nem os sapatos consigo ver. Provei um pudim de abóbora com manga e reguei-o com um bom fresquinho. Coisa boa! Vou pensar em dar a volta à carne que é só o que como. Eu nem gosto de peixe!Talvez me torne vegetal para vir a ser boa companhia.
manuelmelobento
in
www.azorpress.blogspot.com
manuelmelobento
in
www.azorpress.blogspot.com
Não paramos...vira vira vira!!!
25.7.06
Rija no Rotas
Watch the Video
Festa espontânea mas rija no Rotas. Teresa Gentil, compositora e música, Eva (italiana com ascendência na Tanzânia) professora de guitarra, Maria Simões, actriz e uma espanhola simpática até dizer chega mas de quem não me lembro o nome, compõem o núcleo duro d' As Descalças ( a Eva está cá só de férias), gente dedicada às artes performativas ( se for asneira corrijam-me)com quem estamos(grupo Ri-te Rita)a estabelecer uma, espero, frutuosa parceria. A Teresa fazia anos e a Eva trouxe a guitarra. O João Luís Macedo também fez o gosto ao dedo. A Melina era igualmente aniversariante, com direito a bolo mas estava noutro grupo, noutra mesa. Ainda noutra mesa um grupo de senhoras espanholas. Uma delas, a Luz, também fazia anos. No fim todos comeram o bolo da Melina. O Rotas no seu melhor.Vejam o filme.
24.7.06
Vamos conhecer melhor

E aqui vai um aspecto do trabalho da Kate. Para conhecê-lo melhor é consultar www.domaindecor.co.uk
Para contactos com o trabalho dos djs N3XU5 e Fun_ Gaz podem ir a www.N3XU5.net / www.SinRecords.com e a www.QuarkAgency.com / www.SwingMusicAgency.com / www.AstrologicCreations.org )
Clic

Os djs N3XU5 e Fun Gaz e a decoradora inglesa Kate Ashley responsável pelo visual da grande rave das Sete Cidades (Fractal Species & Synergic Minds Party) estiveram a jantar no Rotas. A Kate é vegetariana daí que o bife da Associação Agrícola fosse logo posto de parte. Ainda bem, porque passamos uma bela noite de cavaqueira.

Depois como manda a boa tradição do Rotas a malta da rave juntou-se aos ocupantes(espanhois e portugueses) das outras mesas para um clic.
22.7.06
Lemas há muitos

Privilegiamos no Rotas o contacto com os amigos que por acaso podem ser clientes ou com os clientes que por acaso podem ser amigos. Não há aqui(estou sempre a dizer isso)mãozinha atrás das costas e conduta subserviente. Informalidade com respeito poderia ser o nosso lema se tivéssemos um lema, mas como temos vários lemas...
21.7.06
Momentos
da vida do Rotas

Alguns dos nossos almoçadores mais assíduos - o Alfredo( passa mais tempo no Rotas do que na casa dos pais),o Paulo e um mocinho de cujo nome já não me lembro

Dos jantaradores destaco a finlandesa Sari e a açoriana Nina.

A Catarina com o seu roupeiro portátil. Aquela malinha leva mais roupa que a loja das Chitas e o Parque Atlântico juntos.

Alguns dos nossos almoçadores mais assíduos - o Alfredo( passa mais tempo no Rotas do que na casa dos pais),o Paulo e um mocinho de cujo nome já não me lembro

Dos jantaradores destaco a finlandesa Sari e a açoriana Nina.

A Catarina com o seu roupeiro portátil. Aquela malinha leva mais roupa que a loja das Chitas e o Parque Atlântico juntos.
18.7.06
Gostamos de vos receber

e não estamos a falar de dinheiro. Referimo-nos a seres humanos. Conhecemos hoje a Nina que trabalha na aviação civil e a Suzana que veio do continente vender óculos. Não se cruzaram fisicamente no Rotas por pouco, nada têm a ver uma com a outra, mas se se tivessem conhecido aqui teriam conversado animadamente como duas velhas amigas. É este o espírito do Rotas.
Em vez disso a Suzana esteve à conversa com o Paulo Andrade.
16.7.06
Estão a voltar
15.7.06
Reservar é preciso

Ontem o Rotas transbordou. Três reservas fizeram a lotação esgotar e só conseguimos disponibilizar uns quatro lugares a mais. Tivemos, com grande pena nossa, de recusar cerca de quinze jantares. Portanto só nos resta recorrer permanentemente ao sistema de reservas. Como o nosso telefone fixo ainda não funciona (não é o único aparelho a não funcionar)aqui vão dois nºs para os quais poderão ligar se quiserem reservar lugar:
965778747 - Mário
ou
965892555 - Catarina
13.7.06
11.7.06
Discurso do Secretário Regional da Hotelaria e Actividades Conexas
Exmºos srs proprietários, desta magnífica sede da nova empresa de acompanhantes da nossa região, meus senhores e minhas senhoras
Neste momento de profunda alegria para todos, cumpre-me a grata tarefa de proferir umas breves palavras sobre a importância de iniciativas do género para o desenvolvimento da nossa região.
Desde tempos imemoriais as pessoas precisam de estar acompanhadas. É uma necessidade básica até para os mais solitários que acabam por arranjar um gato ou um cão para acompanhante e até em certos casos um tamagochi ou uma boneca insuflável.
Mas isto deixou de ser necessário. O açoriano já não vai ter de se preocupar com as pulgas e carraças dos seus animais de estimação, nem de levar pouco a pouco com o apito irritante do tamagochi, muito menos ir encher os seios mais flácidos da boneca à estação de serviço mais próxima. Em boa hora os digníssimos proprietários desta casa, decidiram dotar a região dum serviço de acompanhantes e fizeram-no duma forma sóbria e nada ostensiva. Por exemplo como poderão verificar na faixa que se encontra no exterior deste edifício nem há a mínima alusão ao serviço de acompanhantes. A discrição parece ser a máxima utilizada por esta empresa. Em vez da menção directa à sua actuividade, optaram por apenas colocar lá : comida vegetariana. E porquê? Como é sabido, uma boa ou bom profissional de acompanhamento age como se fosse um vegetal. Nada de emoções verdadeiras, tudo se faz na melhor tradição da simulação. Pode simular ser uma fogosa e sensual mulher quando na verdade não passa duma batata grelada ou duma beringela a cair de madura. E pode parecer um homem másculo e possante quando na verdade não passa dum pepino engelhado.
Depois esta empresa promove a aproximação entre os povos. Destas quatro paredes não será difícil ver sair e entrar pessoas doutros credos e tradições – gente que veio da zona lusófona da América do sul, de África e do leste europeu e que, a partir daqui hão-de ir fazendo as pessoas mais felizes. Está bem que Portugal não ganhou o campeonato do mundo nos relvados mas é campeão nas empresas como esta, cuja mão de obra provém dos quatro cantos do mundo.
O governo a que pertenço defende a iniciativa privada como motor de desenvolvimento desta região. Este empreendimento só foi possível graças à vontade férrea dum homem que contra tudo e contra todos os pedreiros, carpinteiros, pintores que lhe aconselhavam soluções para a recuperação desta peça valiosa do património arquitectónico da região , disse NÃO, avançando com as suas geniais ideias que revolucionaram o mundo da construção civil, dispersas em singulares desenhos por folhas e mais folhas usadas de lixa e pedaços de madeira, que a seu tempo serão compilados num único volume e comentados pelo autor, para deleite dos estudiosos. João Pacheco de Melo é este homem de vontade indómita, um autêntico moinho de vento de grandes pás e de maiores passos com um coração de tamanho incalculável que tem despertado a curiosidade de cientistas de todo o mundo precisamente pelo tamanho do seu coração, muito difícil de encontrar num só ser humano.
Peço uma salva de palmas para este senhor, claro que isto não é muito protocolar mas vamos abrir uma excepção. Não sei se este senhor se encontra presente...mas
Neste momento de profunda alegria para todos, cumpre-me a grata tarefa de proferir umas breves palavras sobre a importância de iniciativas do género para o desenvolvimento da nossa região.
Desde tempos imemoriais as pessoas precisam de estar acompanhadas. É uma necessidade básica até para os mais solitários que acabam por arranjar um gato ou um cão para acompanhante e até em certos casos um tamagochi ou uma boneca insuflável.
Mas isto deixou de ser necessário. O açoriano já não vai ter de se preocupar com as pulgas e carraças dos seus animais de estimação, nem de levar pouco a pouco com o apito irritante do tamagochi, muito menos ir encher os seios mais flácidos da boneca à estação de serviço mais próxima. Em boa hora os digníssimos proprietários desta casa, decidiram dotar a região dum serviço de acompanhantes e fizeram-no duma forma sóbria e nada ostensiva. Por exemplo como poderão verificar na faixa que se encontra no exterior deste edifício nem há a mínima alusão ao serviço de acompanhantes. A discrição parece ser a máxima utilizada por esta empresa. Em vez da menção directa à sua actuividade, optaram por apenas colocar lá : comida vegetariana. E porquê? Como é sabido, uma boa ou bom profissional de acompanhamento age como se fosse um vegetal. Nada de emoções verdadeiras, tudo se faz na melhor tradição da simulação. Pode simular ser uma fogosa e sensual mulher quando na verdade não passa duma batata grelada ou duma beringela a cair de madura. E pode parecer um homem másculo e possante quando na verdade não passa dum pepino engelhado.
Depois esta empresa promove a aproximação entre os povos. Destas quatro paredes não será difícil ver sair e entrar pessoas doutros credos e tradições – gente que veio da zona lusófona da América do sul, de África e do leste europeu e que, a partir daqui hão-de ir fazendo as pessoas mais felizes. Está bem que Portugal não ganhou o campeonato do mundo nos relvados mas é campeão nas empresas como esta, cuja mão de obra provém dos quatro cantos do mundo.
O governo a que pertenço defende a iniciativa privada como motor de desenvolvimento desta região. Este empreendimento só foi possível graças à vontade férrea dum homem que contra tudo e contra todos os pedreiros, carpinteiros, pintores que lhe aconselhavam soluções para a recuperação desta peça valiosa do património arquitectónico da região , disse NÃO, avançando com as suas geniais ideias que revolucionaram o mundo da construção civil, dispersas em singulares desenhos por folhas e mais folhas usadas de lixa e pedaços de madeira, que a seu tempo serão compilados num único volume e comentados pelo autor, para deleite dos estudiosos. João Pacheco de Melo é este homem de vontade indómita, um autêntico moinho de vento de grandes pás e de maiores passos com um coração de tamanho incalculável que tem despertado a curiosidade de cientistas de todo o mundo precisamente pelo tamanho do seu coração, muito difícil de encontrar num só ser humano.
Peço uma salva de palmas para este senhor, claro que isto não é muito protocolar mas vamos abrir uma excepção. Não sei se este senhor se encontra presente...mas
10.7.06
O Rotas foi inaugurado
7.7.06
Devagarinho, devagarinho...
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