28.2.07

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Conversas no Sofa - com a Carlota



Fiquei sem saber se devia ou não mudar o nome das "Conversas no Sofá" para "Conversas Autistas no Sofá". Fiquei só eu no bláblá feito idiota. É que a Carlota, a minha última convidada nem se dignou responder-me...mau!
Resta dizer que a Carlota é a mais nova das convidadas das Conversas no Sofá, só tem dois meses

Ha-de ser daquela!

Aqui vai uma interessante fotografia do Leonardo Pinheiro(ou da namorada, a Ana Santo) que cá esteve a jantar ontem. Voltei a falhar a conversa frente a frente com uma pessoa que só conheço pela internet(vimo-nos apenas muito rapidamente há algum tempo) O Leonardo, vilafranquense de gema( eu cá sou vilafranquense de clara)tem um blog que se chama Ilhéu do Corisco (www.ilheudocorisco.blogspot.com) que vale a pena visitar. Ó Leonardo, não foi desta mas há-de ser daquela!

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Ai o garoto do Bart

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O Bart Simpson esteve no Rotas e ameaçou partir tudo se não lhe dessem todo o apple crumble disponível. O que vale é que era Carnaval e ninguém levou a mal...

Rotas de Todo o Mundo

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È o que nós dizemos sempre e este sobrescrito vem confirmar: o Rotas da Ilha Verde, transcende habitualmente esta maravilhosa ilha verde, a ilha de S. Miguel, Açores; as rotas que aqui se cruzam provêm de todo o mundo. Para além das pessoas doutros países que aqui vivem durante alguns meses, integradas em programas europeus, passam por cá muitos turistas que duma forma ou outra sentem uma certa empatia por este espaço e pela fauna que o habita. Foi o que aconteceu com o sr.Kunio Takaoka, japonês que aqui se entreteve a fazer uns maravilhosos origamis que nos ofereceu e agora enviou-nos outro presente que agradecemos. Brindo pois ao Rotas e aos encontros que proporciona.
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27.2.07

Penny, nickel, dime

Eventuais visitantes do Rotas:

É pá, leiam-me este texto!!! (não é meu, não tenho talento para tanto, mas é muita giro não é?)

Podem encontrar mais disto em www.jenandnunoinnewyork.blogspot.com, o blog do Nuno Vieira Faustino e da sua companheira Jenny



Penny, nickel, dime


"O dinheiro americano não faz sentido. E as incongruências começam logo pelo facto de não haver moedas de 1 dólar, mas sim notas de 1 dólar. Ora se, por um lado, isto até pode parecer benéfico porque evita carregarmos meio quilo de moedas de carteira, na verdade torna-se pernicioso porque, por exemplo, um indivíduo recebe um monte de notas e pensa «epá, isto é dinheiro como o caraças!» e, depois, vai contar as notas e repara que tem na mão 15 ou 16 dólares.

As incongruências continuam com a nota de 2 dólares que, pelos vistos, existe mas nunca ninguém utiliza. É uma espécie de mito urbano, como a nota de 500 euros: a gente sabe que ela existe, mas alguém já viu alguma? Não. No entanto, a questão que se pode colocar é a seguinte: porquê esse mistério à volta de apenas 2 dólares? 500 euros justificam uma certa aura de misticismo, agora... 2 dólares? Não me parece.

No campo das moedas, a falta de lógica acentua-se. Então não é que a moeda de 5 cêntimos é maior que a de 10 cêntimos? Isto faz algum sentido? Não faz. É só para confundir um gajo. E para que é que os americanos dão nomes às moedas como se elas fossem animais de estimação? A de 1 cêntimo é um penny, a de 5 cêntimos é um nickel e a de 10 cêntimos é um dime. Isto podia não passar de uma curiosidade, mas, uma vez que algumas das moedas nem sequer têm o seu valor impresso - apenas o seu nome - torna-se importante ter a ladaínha na ponta da língua por ordem crescente: penny, nickel, dime; penny, nickel, dime; penny, nickel, dime...

Bom, por tudo isto acima descrito, só há coisa de poucos dias é que comecei a pagar com moedas. No início não tinha coragem. Não queria parecer aquelas velhinhas que ficam meia hora na caixa do supermercado tentando contar o dinheiro para dar à funcionária. Se há uma coisa que me tira do sério são velhinhas a contar o dinheiro que têm de dar à caixa do supermercado. É isso e, já que estamos a falar de supermercados, também me chateia quando as funcionárias, num esforço bem intencionado - sei-o bem -, ajudam a colocar os produtos dentros dos sacos mas misturam tudo sem o menor sentido de organização de espaço em sacos de compras. Quer dizer, chega uma pessoa a casa e tem o sumo de laranja no mesmo saco dos bifes de frango ou os pimentos misturados com as embalagens de leite. Inaceitável.

Portanto, voltando ao que interessa, antes de perceber as vicissitudes do dinheiro americano, pagava em notas e recebia o troco em moedas pelo que, quando chegava a casa, mais parecia que tinha andado a arrumar de automóveis. Agora não. Agora já me aventuro a pagar com dimes, nickels ou mesmo pennies (nota: resistir, por favor, a trocadilhos fáceis). No entanto, o dinheiro americano continua a irritar-me. Irrita-me mesmo muito. Principalmente, por não o ter em maior quantidade."
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16.2.07

6.2.07

So para terem uma ideia

(para quem nunca cá esteve) da fauna (e muita flora) que habita o Rotas. è o local por excelência para ter um encontro do terceiro grau, do quarto e do quinto...quem sabe do sexto. Melhor do que isto, só o jardim zoológico. Venham todos!!!

carnaval
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5.2.07

Agulha de Gira Discos Procura-se

Dão-se alvíssaras a quem a encontrar. Na altura do seu desaparecimento vestia de verde como o Robin dos Bosques. E não regula bem da ponta.

gira
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